Brasileiro mostra alívio após terceiro lugar, e reconhece que tomou “porrada de tudo quanto é lado” no começo do ano
Voltar a ser competitivo, brigar pelas primeiras posições, e
terminar no pódio. Felipe Massa já venceu duas vezes o GP do Brasil, mas
nenhuma vez ficou tão emocionando do que com o terceiro lugar de 2012.
E o motivo foi justamente voltar a ser competitivo, após tantos problemas no começo do ano.
Massa largou bem, mas perdeu muitas posições durante a primeira parte caótica da prova. No final, se recuperou e acabou em terceiro lugar. “Usei uma estratégia que não funcionou, e caí lá para trás. Aí, ganhei posições com várias ultrapassagens”, comentou. “Fiz uma corrida emocionante. Amo correr aqui. Nunca tinha chorado desse jeito.”
Com a terceira posição, Massa ajudou a aumentar a distância entre Fernando Alonso e Sebastian Vettel, mas não o suficiente para dar o título ao espanhol. De qualquer forma, ele considera que seu desempenho reforça sua posição na equipe após um início de ano ruim.
“Tive um começo de ano muito difícil psicologicamente, tomando porrada de tudo quanto é lado”, reocnheceu. “Acho que, assim que passou agosto, sentei e pensei ‘agora vai’. A partir do momento que voltei a pensar assim, voltei a ser competitivo, fazendo aquilo que sei.”
E o motivo foi justamente voltar a ser competitivo, após tantos problemas no começo do ano.
Massa largou bem, mas perdeu muitas posições durante a primeira parte caótica da prova. No final, se recuperou e acabou em terceiro lugar. “Usei uma estratégia que não funcionou, e caí lá para trás. Aí, ganhei posições com várias ultrapassagens”, comentou. “Fiz uma corrida emocionante. Amo correr aqui. Nunca tinha chorado desse jeito.”
Com a terceira posição, Massa ajudou a aumentar a distância entre Fernando Alonso e Sebastian Vettel, mas não o suficiente para dar o título ao espanhol. De qualquer forma, ele considera que seu desempenho reforça sua posição na equipe após um início de ano ruim.
“Tive um começo de ano muito difícil psicologicamente, tomando porrada de tudo quanto é lado”, reocnheceu. “Acho que, assim que passou agosto, sentei e pensei ‘agora vai’. A partir do momento que voltei a pensar assim, voltei a ser competitivo, fazendo aquilo que sei.”
Fonte: Tazio
Disponível no(a): http://tazio.uol.com.br
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