Em entrevista ao Tazio, vice-campeão da GP2 reitera que testes com Force India e Toro Rosso foram positivos e reforça: vaga de reserva não lhe interessa.
Luiz Razia, que ficou com o vice-campeonato da GP2 em 2012,
considera que está em uma posição forte nas negociações por uma vaga no
grid da F1 da próxima temporada. O piloto de 23 anos, que fez testes por
Force India e Toro Rosso ao longo do ano, esteve, nesta sexta-feira,
presente nos primeiros treinos livres para o GP do Brasil, em
Interlagos. Depois de acompanhar as primeiras atividades nos boxes do
time italiano, Razia declarou, em entrevista ao Tazio, que sente confiança em uma conclusão positiva nas negociações com os times.
Com a Toro Rosso já fechada com Daniel Ricciardo e Jean-Éric Vergne para o ano que vem, Razia coloca suas principais fichas na Force India, que ainda não anunciou, de forma oficial, pilotos para o ano que vem – embora Paul di Resta seja favorito a permanecer. Os demais candidatos seriam Adrian Sutil, Jules Bianchi, Kamui Kobayashi e Bruno Senna.
“Se eu pudesse apostar, diria que estarei no grid em 2013. Preciso pensar positivo, porque é isso que vai me dar confiança para as equipes e para mim mesmo”, explicou o baiano. “É importante ter apoiadores, patrocinadores para conseguirmos essa vaga e convencer a equipe de que eu sou o melhor para eles.”
“É um pouco difícil por causa da pouca experiência que eu tenho, dos poucos testes que fiz, além de não ter experiência nenhuma experiência de corrida. Isso pode atrapalhar contra pilotos que são mais experientes”, analisou Razia, que, no entanto, sente que não deve em nada aos concorrentes em potencial por uma vaga.
“As pessoas que competem comigo não têm muito mais do que eu consegui na minha carreira em termos de resultado. Então, quanto a calibre de pilotos, estou em um patamar muito parecido com todos ou até melhor. Quanto à experiência, eu estou em desvantagem em relação a outros pilotos que já estão aqui. Depois, tem a parte financeira, onde há um limite.”
Para Razia, os testes feitos com carros de F1 foram fundamentais para fomentar seu nome perante às equipes do grid. “Isso sempre agrega valores para mim. Se eu não tivesse testado com a Force India, dificilmente eu estaria negociando uma vaga [com eles]. Sempre podemos usar isso como benefício para negociar com outras equipes. Andar na Force India e na Toro Rosso nos faz coletar informações que podem ser usadas em outras equipes. E isso ajuda, obviamente, na hora das negociações”, ponderou.
“A Force India ficou bastante satisfeita com o teste, assim como a Toro Rosso. Infelizmente, com a Toro Rosso, fizemos muitos testes para o carro de 2013 e inclusive para o deste ano. Além disso, eu tive um pouco de febre e isso limitou um pouco nosso trabalho de performance. No segundo dia, eu estava com muita febre e isso atrapalha em qualquer coisa que você vai fazer”, detalhou.
Além de Force India, Razia não descarta conversas com Caterham e Marussia, times pelos quais já atuou como reserva (em 2010, pela Virgin/Marussia, e no ano seguinte, pela Lotus/Caterham). Porém, o piloto indicou que não se atrai pelo posto de piloto de testes. “Não estou pensando em ser reserva, já que vender uma publicidade de reserva é difícil fazer funcionar, e, hoje em dia, por incrível que pareça, até os reservas precisam de patrocínio”, encerrou o piloto, que, por fim, afirmou querer definir seu futuro na F1 até dezembro.
Com a Toro Rosso já fechada com Daniel Ricciardo e Jean-Éric Vergne para o ano que vem, Razia coloca suas principais fichas na Force India, que ainda não anunciou, de forma oficial, pilotos para o ano que vem – embora Paul di Resta seja favorito a permanecer. Os demais candidatos seriam Adrian Sutil, Jules Bianchi, Kamui Kobayashi e Bruno Senna.
“Se eu pudesse apostar, diria que estarei no grid em 2013. Preciso pensar positivo, porque é isso que vai me dar confiança para as equipes e para mim mesmo”, explicou o baiano. “É importante ter apoiadores, patrocinadores para conseguirmos essa vaga e convencer a equipe de que eu sou o melhor para eles.”
“É um pouco difícil por causa da pouca experiência que eu tenho, dos poucos testes que fiz, além de não ter experiência nenhuma experiência de corrida. Isso pode atrapalhar contra pilotos que são mais experientes”, analisou Razia, que, no entanto, sente que não deve em nada aos concorrentes em potencial por uma vaga.
“As pessoas que competem comigo não têm muito mais do que eu consegui na minha carreira em termos de resultado. Então, quanto a calibre de pilotos, estou em um patamar muito parecido com todos ou até melhor. Quanto à experiência, eu estou em desvantagem em relação a outros pilotos que já estão aqui. Depois, tem a parte financeira, onde há um limite.”
Para Razia, os testes feitos com carros de F1 foram fundamentais para fomentar seu nome perante às equipes do grid. “Isso sempre agrega valores para mim. Se eu não tivesse testado com a Force India, dificilmente eu estaria negociando uma vaga [com eles]. Sempre podemos usar isso como benefício para negociar com outras equipes. Andar na Force India e na Toro Rosso nos faz coletar informações que podem ser usadas em outras equipes. E isso ajuda, obviamente, na hora das negociações”, ponderou.
“A Force India ficou bastante satisfeita com o teste, assim como a Toro Rosso. Infelizmente, com a Toro Rosso, fizemos muitos testes para o carro de 2013 e inclusive para o deste ano. Além disso, eu tive um pouco de febre e isso limitou um pouco nosso trabalho de performance. No segundo dia, eu estava com muita febre e isso atrapalha em qualquer coisa que você vai fazer”, detalhou.
Além de Force India, Razia não descarta conversas com Caterham e Marussia, times pelos quais já atuou como reserva (em 2010, pela Virgin/Marussia, e no ano seguinte, pela Lotus/Caterham). Porém, o piloto indicou que não se atrai pelo posto de piloto de testes. “Não estou pensando em ser reserva, já que vender uma publicidade de reserva é difícil fazer funcionar, e, hoje em dia, por incrível que pareça, até os reservas precisam de patrocínio”, encerrou o piloto, que, por fim, afirmou querer definir seu futuro na F1 até dezembro.
Fonte: Tazio
Disponível no(a): http://tazio.uol.com.br
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