Esportivo poderá ganhar novo conjunto mecânico para ser vendido no Brasil
Como uma fonte ligada ao fabricante revelou, a versão apimentada do subcompacto mexicano está para ser lançada em outros países da América Latina. Claro que o teste poderia ser a adaptação do motor turbo MultiAir ao sistema flex. O diretor comercial diz que isso não faria sentido dada a pequena escala. Além disso, como a cota de importação preferencial é limitada, o 500 Abarth teria que ser trazido com imposto de importação de 35%, o que o deixaria com preço próximo dos R$ 90 mil. Sem confirmação oficial, é certo que a importação do 500 Abarth não deve ocorrer antes de 2014.
Porém, como o propulsor produzido nos Estados Unidos ainda pode vir a equipar versões dos futuros médios nacionais que serão produzidos na nova fábrica do grupo em Goiana, Pernambuco, esses compactos Abarth flagrados por aqui também poderiam estar sendo usados para testes de engenharia, tudo para a adaptação dessa mecânica. A hipótese é descartada por Lélio Ramos, que afirma que o modelo usará outro conjunto motriz. Quanto à adoção do recurso MultiAir (que controla eletronicamente a admissão de ar) nos motores E.torQ produzidos no Brasil, o diretor comercial diz “que o recurso é muito caro para ser aplicado nesses motores”.
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