22 de jan. de 2013

Curiosidade: porque o número 13 não existe na Fórmula 1?

Foto: Getty Images Não sei se vocês lembram, mas ano passado Kamui Kobayashi correu com o número 14 na Sauber. Quando na verdade deveria correr com o número 13, graças a classificação da equipe no ano anterior. Nico Hulkenberg corria na Force India com o número 12 e logo em seguida aparece a Sauber, mas Kamui Kobayashi e Sergio Pérez usaram os números 14 e 15, respectivamente. Ué, porque eles pularam o 13? Bom, essa é uma superstição famosa no automobilismo.

Ao contrário de outras modalidades do esporte, o mundo do automobilismo procura evitar o número 13 em suas competições. Essa história começou em 1925, quando o piloto Paul Torchy morreu em uma prova na Espanha após se chocar contra uma árvore utilizando exatamente este número. Até então, foi uma infeliz coincidência. No ano seguinte, porém, em uma prova da Targa Florio, competição automobilística da época, o italiano Giulio Masetti também sofreu um acidente fatal usando o número. Dali em diante, o 13 seria abolido de diversas competições automobilísticas.
O carro de de Paul Torchy, onde ele faleceu. Foto: Getty Images
O carro de de Paul Torchy, onde ele faleceu. Foto: Getty Images

Na Fórmula 1 o 13 já está ausente há mais de 40 anos. Nenhuma equipe se atreve a usá-lo e quebrar essa maldição. Os poucos que tentaram em épocas recentes graças ao bom senhor não sofreram nada, mas também não foram muito adiante. O mexicano Moisés Solana, correndo com o 13 em seu país natal, em 1963 abandonou a prova a poucas voltas do fim com problemas no motor.  E a inglesa Divina Galica – inclusive nascida num dia 13 de agosto – tentou correr no GP da Grã-Bretanha de 1976, mas não obteve sucesso: não conseguiu sequer se classificar para a corrida.
Nem a gente se arrisca e já coloca a imagem do carro 14 antes do 13. Vai que…

Fonte: Blog velocidade
Disponível no(a): http://www.velocidade.org
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