
Não sei se vocês lembram, mas ano passado Kamui Kobayashi correu com o
número 14 na Sauber. Quando na verdade deveria correr com o número 13,
graças a classificação da equipe no ano anterior. Nico Hulkenberg corria
na Force India com o número 12 e logo em seguida aparece a Sauber, mas
Kamui Kobayashi e Sergio Pérez usaram os números 14 e 15,
respectivamente. Ué, porque eles pularam o 13? Bom, essa é uma
superstição famosa no automobilismo.
Ao contrário de outras modalidades do esporte, o mundo do
automobilismo procura evitar o número 13 em suas competições. Essa
história começou em 1925, quando o piloto Paul Torchy morreu em uma
prova na Espanha após se chocar contra uma árvore utilizando exatamente
este número. Até então, foi uma infeliz coincidência. No ano seguinte,
porém, em uma prova da Targa Florio, competição automobilística da
época, o italiano Giulio Masetti também sofreu um acidente fatal usando o
número. Dali em diante, o 13 seria abolido de diversas competições
automobilísticas.

O carro de de Paul Torchy, onde ele faleceu. Foto: Getty Images
Na Fórmula 1 o 13 já está ausente há mais de 40 anos. Nenhuma equipe
se atreve a usá-lo e quebrar essa maldição. Os poucos que tentaram em
épocas recentes graças ao bom senhor não sofreram nada, mas também não
foram muito adiante. O mexicano Moisés Solana, correndo com o 13 em seu
país natal, em 1963 abandonou a prova a poucas voltas do fim com
problemas no motor. E a inglesa Divina Galica – inclusive nascida num
dia 13 de agosto – tentou correr no GP da Grã-Bretanha de 1976, mas não
obteve sucesso: não conseguiu sequer se classificar para a corrida.
Nem a gente se arrisca e já coloca a imagem do carro 14 antes do 13. Vai que…
Fonte: Blog velocidade
Disponível no(a):
http://www.velocidade.org
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