Mudança ajudará a direcionar melhor o fluxo de ar para traseira do carro, diz Whitmarsh
Em comparação com o desenho original, o novo bico é mais alto e possui hastes de fixação mais côncavas – quase um passo em direção à solução usada pela maioria das equipes nesta temporada, os chamados “bicos com degrau”.
“Há uma boa chance de vermos isso no domingo, que será a primeira vez em que nossos pilotos irão experimentá-lo”, disse Whitmarsh, durante um phone-in da Vodafone na última quarta-feira.
“Tivemos boas reações em Mugello, portanto temos os dados para configurá-lo e encontrar o melhor desempenho na pista.”
Questionado sobre a filosofia por trás do novo design, Whitmarsh explica que o bico mais alto ajudará a administrar o fluxo de ar direcionado para a traseira do carro.
“Classicamente, você procura por menor arrasto e maior carga aerodinâmica, mas tenha certeza que, atualmente, as melhorias incrementadas são moderadas. No caso do bico e da asa dianteira, as hastes de fixação serão bem diferentes e há outras mudanças sutis”, disse Whitmarsh.
“Você está gerenciando o fluxo de ar que passa pelo resto do carro. Há uma série de restrições para a extrema traseira do carro, então o desenvolvimento é maior quando você gerencia o fluxo de ar que chega lá em vez de desenvolver a parte traseira em si”, acrescentou.
Para Whitmarsh, a McLaren deve voltar a ser competitiva após um mau desempenho no Bahrein, embora ressalte que é impossível se mostrar totalmente confiante, diante de um panorama tão equilibrado em 2012.
“Acho que vamos ser competitivos na Espanha e nas provas seguintes, mas você não sabe o que os outros times farão. A grande sacada neste esporte é que você nunca está totalmente certo de que entenderá tudo”, disse Whitmarsh.
“Temos um carro que alinhou na primeira fila nas quatro primeiras provas, portanto o ritmo é inerente lá. Trabalhamos de forma contínua para desenvolver o carro, mas você nunca sabe se os outros times vão melhorar e te dar um calor. Colhemos dados interessantes em Mugello e vamos ver em Barcelona, mas esperamos desfrutar deste conhecimento”, completou.
Fonte: /tazio
Disponível no(a): http://tazio.uol.com.br
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