Mosley deixou o comando da FIA em 2009. O atual presidente é Jean Todt
Foto: AP
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Mosley, 71 anos, entrou com o processo na França, onde o jornal era distribuído e onde as leis sobre privacidade são rígidas, após vencer uma ação por danos em um tribunal britânico contra o tablóide que pertencia à News Corp. e que foi fechado no início deste ano, na esteira de um escândalo de grampos telefônicos.
O artigo de primeira página, acompanhada por imagens de vídeo, sugeria que Mosley havia organizado o que o jornal chamou de "orgia nazista doentia". Mosley negou que a festa tivesse temática nazista.
Também foi citado como réu o autor do artigo, Neville Thurlbeck, repórter-chefe do periódico, que foi preso no escândalo dos grampos telefônicos e posteriormente demitido.
O tribunal não deu uma razão para o adiamento do veredicto e disse que a decisão agora está agendada para 8 de novembro. Filho de sir Oswald Mosley, líder já falecido de um partido fascista britânico, Mosley atuou como presidente da FIA, órgão que dirige a Fórmula 1, até 2009.
Logo após a publicação das fotos e do artigo, Mosley ganhou 60.000 libras (cerca de 169 mil reais) de indenização por danos e 450.000 libras (aproximadamente R$ 1,2 milhão) em custos de um tribunal britânico por violação de privacidade.
No início deste ano, porém, ele perdeu uma ação no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, para forçar os jornais a avisar as pessoas antes de publicar detalhes chocantes sobre suas vidas privadas.
O News International, subsidiária da News Corp para jornais na Grã-Bretanha, fechou o tabloide campeão de vendas aos domingos em julho, depois de alegações de grampos telefônicos que se transformaram em um escândalo enorme envolvendo não só o grupo de jornais de propriedade de Rupert Murdoch no Reino Unido, mas também a classe política da Grã-Bretanha e da polícia.
Fonte: terra.com.br
Disponível no(a):http://esportes.terra.com.br
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