Modelo da General Motors parece ser mais próximo do Toyota Prius do que do Nissan Leaf
por Túlio Moreira
A carreira do Chevrolet Volt parece estar mesmo conectada na polêmica. Depois do burburinho em torno do incêndio em uma unidade do carro durante testes de impacto nos EUA, é a vez de colocarem em xeque a classificação do modelo como carro elétrico. Desde o início, a General Motors apresentou o sedã inovador como um “elétrico de autonomia estendida”, com a mesma tecnologia empregada nos esportivos da californiana Fisker.
A explicação é a seguinte: o Volt oferece uma autonomia estendida de até 600 km, isso com a bateria de 16 kw totalmente carregada e tanque de gasolina cheio. O seu funcionamento se resume em utilizar a carga armazenada na bateria para alimentar o propulsor elétrico de 150 cv, responsável em impulsionar as rodas traseiras. O motor a combustão de 1.4 litro, que gera 84 cv, só entra em cena quando solicitado e não move o carro – apenas gera carga para o motor elétrico.por Túlio Moreira
A carreira do Chevrolet Volt parece estar mesmo conectada na polêmica. Depois do burburinho em torno do incêndio em uma unidade do carro durante testes de impacto nos EUA, é a vez de colocarem em xeque a classificação do modelo como carro elétrico. Desde o início, a General Motors apresentou o sedã inovador como um “elétrico de autonomia estendida”, com a mesma tecnologia empregada nos esportivos da californiana Fisker.
Isso em tese. Uma patente da GM submetida em dezembro passado ao Escritório de Registros dos EUA mostra que, na prática, a tecnologia empregada no Volt pode estar muito mais próxima da que equipa o Toyota Prius do que o sistema presente nos rivais Nissan Leaf ou Ford Focus Electric. O documento descreve que, no processo de autonomia estendida, há conexões mecânicas do motor a combustão com as rodas motrizes. Portanto, o propulsor a gasolina pode exercer a função de mover as rodas, além de atuar como gerador.
A GM já havia admitido que, em situações de alta velocidade, o motor a combustão pode se conectar diretamente com as rodas, já que, nestes casos, o processo de gerar energia para carregar o propulsor elétrico ocasionaria perde de desempenho e potência. Contudo, depois do surgimento da patente, a imprensa norte-americana já trabalha com a hipótese de que as circunstâncias em que o motor a combustão atua de forma primária não sejam tão restritas assim, transformando o Volt em um “mero” híbrido plug-in.
Fonte: motordream
Disponível no(a):http://motordream.uol.com.br
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