por Túlio Moreira
A expectativa em torno da quarta geração do Clio é imensa. Afinal, trata-se do carro-chefe da Renault na Europa, e a nova geração vai adequar o modelo ao novo padrão estético da marca francesa, bolado pelo chefe de design Laurens van den Acker.
O flagra da revista francesa Autoplus mostra o hatch compacto circulando em testes sob pesada camuflagem. Mas a imagem denota a linha de cintura ascendente, as lanternas traseiras em disposição horizontal e as maçanetas escondidas nas colunas das portas de trás. A frente, como demonstra este outro flagra, do site inglês Auto Express, ostenta as linhas estreadas nos conceitos DeZir, R-Space e Captur – e que, aos poucos, irão compor a identidade de todos os novos Renault.
Na Europa, o Clio de quarta geração será oferecido com motores a gasolina e diesel, incluindo o novo três cilindros turbo que equipou o conceito R-Space, capaz de desenvolver 109 cv de potência e com consumo médio de até 31 km/l, de acordo com a fabricante. De janeiro a novembro do ano passado, o atual Clio emplacou 273.705 unidades e ficou com o quinto lugar, atrás de Volkswagen Golf e Polo, Ford Fiesta e Opel Corsa. A concorrência também será reforçada pela chegada do novo Peugeot 208 ao mercado europeu este ano.
Já no Brasil, a Renault não tem qualquer previsão para a fabricação da nova geração do compacto. A verdade é que a marca oferece um produto totalmente defasado ao consumidor brasileiro. O Clio vendido por aqui ainda é o da segunda geração, que vigorou na Europa entre 1998 e 2005. A terceira, de 2006, nunca deu as caras em solo tupiniquim, e a Renault não confirma se este também será o destino da quarta geração. Vale lembrar que, em julho passado, o Brasil se tornou o segundo maior mercado da Renault no mundo, atrás apenas da França, e ocupa a terceira colocação no acumulado do ano, aparecendo depois da vice-líder Alemanha.
Fonte: motordream
Disponível no(a):http://motordream.uol.com.br
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