Projeto global da marca, modelo traz linhas sóbrias e vasta oferta de motores
por Carlo Valente
A Peugeot reuniu a imprensa especializada na cidade de Alicante, na Espanha, para apresentar o novo 508, modelo destinado a substituir o 407. Entre as versões disponíveis estão a Access, Active e Allure, além da versão Business (específica para frotas) e GT. Os motores a gasolina são dois: 1.6 turbo de 120 cv e 156 cv - este último presente no crossover 3008 vendido no Brasil. A diesel estão disponíveis mais opções: 1.6 de 112 cv com tecnologia microhíbrida, 2.0 de 140 cv e 163 cv com câmbio automático e ainda o 2.2 de 204 cv apenas com transmissão automática na variante GT.
por Carlo Valente
A Peugeot reuniu a imprensa especializada na cidade de Alicante, na Espanha, para apresentar o novo 508, modelo destinado a substituir o 407. Entre as versões disponíveis estão a Access, Active e Allure, além da versão Business (específica para frotas) e GT. Os motores a gasolina são dois: 1.6 turbo de 120 cv e 156 cv - este último presente no crossover 3008 vendido no Brasil. A diesel estão disponíveis mais opções: 1.6 de 112 cv com tecnologia microhíbrida, 2.0 de 140 cv e 163 cv com câmbio automático e ainda o 2.2 de 204 cv apenas com transmissão automática na variante GT.
Para a marca do leão 2010 foi um ano recorde, com crescimento significativo em todos os setores, em especial no mercado oriental. Para a Peugeot, o ano de 2011 será o de "conquistar a China", maior mercado do mundo na atualidade. O próprio Peugeot 508 será fabricado no país mais populoso do mundo para abastecer somente o mercado interno. Já os modelos que vão circular pela Europa e que virão para o Brasil serão fabricados mesmo na França.
A preocupação em fazer do 508 um carro mundial se reflete no seu design pouco ousado. O três volumes francês conta com linhas simples, é verdade, mas ao mesmo tempo são esportivas e elegantes. O design é inpirado no conceito SR1, que lança uma nova identidade visual na marca do leão chamada "5 by Peugeot".
No interior predominam materiais de qualidade e o foco maior do modelo é no bem estar dos passageiros. Desde a versão básica o interior é "caprichado". A única falta que se sente é a de porta-objetos para o motorista, já que o que fica localizado no apoio de braço não muito fácil de alcançar. O espaço interno do sedã médio-grande é bom para o motorista e também para os passageiros. Há soluções práticas como um compartimento sob o tapete do chão e outra série de detalhes que prometem fazer a viagem mais agradável. A versão wagon ainda oferece um interessante teto panorâmico de vidro que se prolonga quase até a tampa do porta-malas.
Primeiras Impressões
Alicante/Espanha - Projeto global da Peugeot, o novo 508 recebe muito bem o motorista em seu interior. Tanto a versão sedã quanto a wagon trazem diversos ajustes do banco e do volante que permitem ao motorista achar facilmente a melhor posição para dirigir. Confortavelmente estabelecido, é hora de acelerar. Logo de cara é possível notar que o isolamento acústico do carro é impecável. A excelente suspensão também merece elogios, já que absorve bem os solavancos do percurso e ainda garante a rigidez necessária.
O painel e os controles estão bem dispostos. Apesar de algumas versões não contarem com display digital, o "tradicional" quadro de instrumentos dá conta do recado e tem ótima visibilidade. Outro ponto comum em todas as versões é o comportamento dinâmico do carro, sempre preciso em curvas, retomadas e ultrapassagens.
O modelo testado com o motor 1.6 litro de 156 cv e câmbio manual oferece potência de sobra para o condutor que, por acaso, queira pegar a estrada para uma viagem. O consumo também é adequado. É claro que o 508 não é um carro esportivo, mas seu desempenho impressiona favoravelmente.
Das três versões a diesel disponíveis o destaque vai para a "ecológica" e-Hdi 1.6 de 112 cv com câmbio automático. Segundo a Peugeot, este bloco emite apenas 109 g / km de CO2. No ciclo urbano foi possível avaliar um novo sistema start/stop da marca que promete 60% de melhoria. Vale ressaltarar que o câmbio automático não apresenta "buracos" nas trocas de marcha e os 112 cv são o suficiente para garantir boas ultrapassagens.
A versão equipada com o motor a diesel 2.0 de 140 cv será uma das mais vendidas na Europa. O motor oferece uma boa relação torque/potência, proporcionando respostas rápidas às investidas no acelerador. Nas curvas em alta velocidade o desempenho dinâmico da suspensão McPherson agrada muito. O carro equipado com o pneu de 18 polegadas - opcional na versão Allure - mostrou uma dirigibilidade excelente. O consumo médio registrado no computador de bordo em ciclo misto foi de bons 13 km/l.
Se o interessado no novo 508 quiser esportividade, então sua versão ideal é a GT, com motor 2.2 de 204 cv. Com este bloco o modelo acelera vigorosamente, mas sempre com segurança. Mesmo assim, o ideal é que esta versão seja "usada com maior atenção", já que as reações do carro são muito rápidas. O câmbio manual combinaria mais com a proposta esportiva da versão, mas a caixa de marchas automática, única opção disponível, permite ao motorista uma viagem tranquila e relaxante.
Fonte: motordream
Disponível no(a):http://motordream.uol.com.br
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